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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Alunos do Acre passam fome e ainda são chamados de preguiçosos.





Muito se tem falado a respeito deste tema nas últimas semanas, desde o anúncio do resultado do ENEM que revelou que grande parte dos cursos mais concorridos deverão ser preenchidos por pessoas de fora do nosso Estado. Li no Blog do Altino o artigo do Prof. Pascoal e concordo com ele quando diz que os alunos querem o caminho mais fácil, mais curto, mas isso faz parte de uma alienação antiga que vem sido pregada na educação. Jorge Viana assumiu e mudou a média de 7 para 5, numa forma de mascarar e fazer com que mais alunos concluissem o ensino médio, fracassou. A briga principal é se a culpa desta falência em nossa educação é do governo que oferece um serviço de má qualidade ou se é dos alunos que não se esforçam.

Na minha opinião existe muito mais por trás destas duas justificativas. O governo tem sim grande parcela de culpa, pois não oferece um ensino de qualidade, mas também não é correto atribuirmos toda esta culpa ao governo uma vez que os próprios alunos não se mostram interessados em estudar. Não obstante, vale lembrar que muitos passam por situações precárias, é muito fácil criticar e chamar os estudantes acreanos de preguiçosos, mas muitos passam fome e estudam com muito esforço, muitos vão para as aulas sem comer, enquanto a verba do lanche gratuito das escolas públicas é desviada.

A Situação é muito mais complicada do que isso. Nesta questão, exalto a UFAC por seus programas de permanência, auxílio transporte, bolsas e etc, que ajudam o aluno de baixa renda a “sobreviver”, muitos passam o dia na instituição, almoçam, têm transporte, têm uma bolsa no fim do mês para ajudar em casa. Se coisas parecidas fossem feitas pelo estado no ensino médio, as coisas poderiam ser diferentes. Bolsa família se mostra ineficaz neste quesito, apesar de sua essência ser louvável.

Temos que buscar por um ensino de excelência, mas temos que ter um olhar mais sociológico da coisa e ver o que realmente acontece. Trazer o Vestibular ou permanecer o ENEM isso não muda em nada. Há de se preocupar com uma estrutura mais sólida do estado no que diz respeito a educação, há de se propor ações afirmativas para alunos oriundos de escolas públicas poderem ter acesso ao curso superior, criar aulas em período integral, enfim... há muito o que fazer...

domingo, 25 de setembro de 2011

O que aprendi sobre liderança.


Primeiro de tudo o verdadeiro líder deve servir, deve respeitar a todos. Deve ouvir, deve ajudar.

O bom líder é aquele que não é necessário sua presença para que o trabalho funcione. O verdadeiro líder é aquele que forma novos líderes.

Não são atributos de um líder: ouvir e aceitar fofocas em seu ambiente de gestão, julgar  uma pessoa sem ter tido a capacidade de ouvi-lo. Descontar em todos a raiva de não conseguir obter êxito em suas tarefas.

E o pior de tudo: tentar culpar os funcionários pelo mau desenvolvimento das tarefas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Um ideal de palestra!

  Se é verdade ou não, se tem ou não exageros, se é ilusão, lenda ou outra coisa parecida, o que me serve é a mensagem que me traz a seguinte história:

Dizem que Bill Gates foi convidado para dar palestra numa escola secundária dos Estados Unidos. Chegou de helicóptero, se dirigiu à escola, adentrou no auditório onde centenas de jovens lhe aguardavam, tirou um papel do bolso e proferiu a seguinte palestra, que durou cinco minutos, que ficou conhecida como as 11 Regras de Bill Gates:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avôs têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na bola, está despedido…rua!!! Faça certo da primeira vez! (Como diria meu antigo treinador).


9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

– E pra mim a melhor de todas.


11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.

 
Ao terminar a palestra foi aplaudido de pé por mais de 10 minutos. Logo após, dirigiu-se ao seu helicóptero, e foi embora, deixando uma mensagem forte que se espalhou pelo mundo todo. Carisma do palestrante, e brevidade, profundidade, simplicidade e utilidade da mensagem! Para mim isso é um ideal de palestra.
Do Blog do Sanderson Moura 

Resolvi publicar esse texto do Dr. Sanderson Moura, pela força impactante da mensagem e também pelas lições. Muito bom mesmo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Cor da Pele é diferente de Classe Social.



Recentemente li o artigo de João Feres Júnior relacionado às cotas para negros em Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) o que me chamou a atenção foi a forma como cor da pele e classe social ou condição sócio-econômica parecem estar entrelaçadas; mas isso não é verdade. Cor da pele e pobreza são variáveis não relacionadas e neste princípio nós estamos ferindo o princípio da isonomia. Não que eu seja contra as ações afirmativas, pelo contrário, essas ações são a luz no fim do túnel para aqueles que não tiveram as devidas oportunidades. Mas a cota para negros é algo que, para um país como o nosso, é totalmente equivocada e ineficiente, apenas aumentando ainda mais a discriminação e pior, midiaticamente.

Existem alguns argumentos que refutam tais cotas como: Crise da identidade nacional brasileira; privilégio da classe média negra; exclusão do branco pobre; ineficiência no combate à desigualdade; imposição de um sistema de identidade binário entre muitos outros.

Primeiramente que uma Ação Afirmativa é a comprovação de falha do Estado e uma tentativa de corrigir o erro, mas se fôssemos aprofundar um pouco mais a questão veríamos um doce toque de política no meio.

Eu gosto de defender a Educação, sempre achei que ela deveria ser tratada como investimento e não como despesa, assim como apoio as manifestações pelos 10% do PIB para a Educação, sempre tentando fazer a minha parte, assinando todos os abaixo assinados que encontro e tentando divulgar o que for pertinente ao tema.

É necessário, na verdade, que o Estado invista lá no começo, os gastos seriam menores e isso é fato. Quando tivermos um ensino básico de qualidade sequer será preciso as chamadas ações afirmativas; mesmo estas sendo tão importantes, acredito que uma visão mais ampla é necessário, tal como priorizar as condições sócio-econômicas assim como as pessoas oriundas de Escolas Públicas o que dá mais responsabilidade ao próprio Estado.

Eu sonho um dia em ver Escolas Estaduais de Ensino Fundamental e Médio em mesmos níveis qualitativos às Universidades Públicas Federais. Utopia? Talvez, mas não custa nada sonhar.

“Educai aos jovens, para que não seja preciso punir os Homens.” – Pitágoras.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cristovam Buarque é eleito pelos jornalistas o melhor senador de 2011


Pela terceira vez, Cristovam Buarque é eleito o melhor senador pelos jornalistas
Eles representam sete partidos políticos, da base aliada e da oposição, sete estados diferentes e o Distrito Federal. São os 11 senadores que, na avaliação dos jornalistas, melhor exerceram o mandato este ano e que, por isso, disputarão o seu voto na disputa pelo título de melhor parlamentar na sexta edição do Prêmio Congresso em Foco. A classificação final será definida, aqui em nosso site, na votação que começa na próxima segunda-feira (22).
Pelo segundo ano consecutivo, os jornalistas que cobrem o Congresso elegeram Cristovam Buarque (PDT-DF) o melhor senador, com 108 votos. Ele também havia sido o preferido da categoria na votação de 2008. Pedro Simon (PMDB-RS), com 99 votos, e Paulo Paim (PT-RS), com 74, ficaram na segunda e na terceira colocações, respectivamente.
Além dos três, outros oito senadores seguem na corrida pelo prêmio, que tem como objetivo estimular o eleitor a acompanhar os trabalhos do Legislativo e a refletir sobre a atuação de cada parlamentar.
Uma peculiaridade dos resultados da votação dos jornalistas para os melhores senadores é o grande número de estreantes classificados para a etapa seguinte do prêmio. Dos 11 selecionados (houve empate na décima colocação), cinco chegaram ao Senado pela primeira vez neste ano:  Pedro Taques (PDT-MT), Randolfe Rodrigues (Psol-AP), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Ana Amélia (PP-RS) e Lindberg Farias (PT-RJ) – 35 votos
Veja a relação dos senadores finalistas do Prêmio Congresso em Foco 2011 e os votos de cada um:
Cristovam Buarque (PDT-DF) – 108 votos
Pedro Simon (PMDB-RS) – 99 votos
Paulo Paim (PT-RS) – 74 votos
Demóstenes Torres (DEM-GO) – 66 votos
Eduardo Suplicy (PT-SP) – 54 votos
Pedro Taques (PDT-MT) – 49 votos
Randolfe Rodrigues (Psol-AP) – 45 votos
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – 43 votos
Ana Amélia (PP-RS) – 39 votos
Lindberg Farias (PT-RJ) – 35 votos
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) – 35 votos
Não perca, ainda hoje, a relação dos deputados finalistas do Prêmio Congresso em Foco.
A primeira fase da votação, concluída ontem (18), teve recorde de participação de jornalistas. Ao todo, 267 profissionais, de 55 veículos de comunicação (clique aqui para ver a lista), manifestaram suas preferências em relação aos melhores representantes da população na Câmara e no Senado.
Os votos dos jornalistas começaram a ser colhidos na terça-feira (16), por meio de duas urnas itinerantes, com o acompanhamento e a fiscalização do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF).
Conforme o regulamento do prêmio, os jornalistas escolhem os 25 melhores deputados e os dez melhores senadores, além de cinco nomes para cada uma das seguintes categorias: parlamentar de futuro (com menos de 45 anos) e os que mais se destacam na defesa da saúde, da segurança jurídica, dos municípios, dos direitos do consumidor e da democracia e cidadania. Como houve empate na décima colocação entre os senadores, serão 11 os finalistas da categoria.

Senador Cristovam Buarque é um exemplo para a política brasileira; pena que políticos como ele estão em extinção. Parabéns...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Educação é a base de tudo.



Há muito, eu já havia demonstrado neste blog a minha admiração pela Professora Amanda Gurgel, em seu ato de coragem diante de deputados e da secretária de educação do Rio Grande do Norte e outras autoridades do estado. Aquele vídeo, que pode ser visto aqui, ganhou proporções nacionais, a luta dessa corajosa professora foi de conhecimento do Brasil todo, provavelmente ela servirá de inspiração para outros professores em nosso país, e não só os professores, toda a comunidade que anseia por uma educação de qualidade em nosso país. Eu sempre venho batendo na mesma tecla, seja em defesa da educação ou em defesa do meio ambiente, tendo como fontes inspiradoras a Ex-Senadora e Ex-Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, seja o glorioso Senador Cristovam Buarque, seja a Professora Amanda Gurgel. E para provar que esta professora não queria apenas fama e notoriedade nacional, segue, abaixo, um post tirado de seu blog e que também está circulando por vários veículos de informação online do país, o mínimo que podemos fazer como cidadãos de um Estado Democrático de Direito é divulgar da melhor maneira possível...


(...)
Oi,
Nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011". O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem "amigas da escola".

Amanda


Natal, 2 de julho de 2011


Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,


Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel


Abaixo a entrevista da Professora no programa Domingão do Faustão:

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Enquete: Todo filho de político deveria estudar em escola pública?



Maior defensor de uma educação de qualidade depois do saudoso multitalentoso Darcy Ribeiro, que lutava pela democratização do ensino público, o senador Cristóvam Buarque é o atual baluarte da educação pública de qualidade.

Sem conseguir enxergar luz no fim do túnel pelo descaso seguido de gestores sem compromisso com a área, CB viu uma única chance para resgatar o ensino público: obrigar todos os filhos de políticos a estudar em escola pública.

Assim criou um projeto de lei para tal (PL 480/2007), mas que há quase quatro anos está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

O projeto estabelece que todo político eleito no Brasil – nos âmbitos federal, estadual ou municipal – terá, obrigatoriamente, que matricular seus filhos na rede de ensino público, com a certeza de que iriam investir mais não apenas na educação, mas na qualidade de outros serviços públicos.

Bom que a decisão abrangesse também a área da saúde pública. Que todo político e seus familiares fossem obrigados a se tratar em unidades de saúde e hospitais públicos.

Diante da intenção do senador pedetista, criei uma enquete no blog que sonda a opinião sobre o projeto.

Vote.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Uma breve reflexão sobre a EDUCAÇÃO...


Professores de Marechal Taumaturgo são os mais remunerados do Brasil...

Prefeito Randson Almeida, de Marechal Taumaturgo, estabelece o maior piso salarial para professores de nível médio e superior. O aumento variou de 15% a 40%, considerado satisfatório pelos professores. Esse foi o maior reajuste salarial dos 18 anos e meio de gestão política e administrativa de Marechal Taumaturgo. Segundo a assessoria de Randson Almeida, o pequeno município, que fica na fronteira com o Peru, está pagando aos seus professores o maior piso salarial nacional.

Em Marechal Taumaturgo a partir deste mês de Junho, foi pago aos professores formados em nível médios (Magistério) R$ 1.473,83. Antes o salário era R$ 1.345,67.

Já aos professores que recentemente adquiriram formação superior (licenciatura) foi pago de R$ 1.791,45. Antes o salário era R$ 1.635,67. Essa variação de salários se dá de acordo com as letras de classe de anos no exercício do Magistério, tema que está contido no projeto de lei de Plano Cargo, Carreira e Salário do município. De dois em dois anos, os professores passam para uma próxima classe ou letra, ganhando um aumento de mais 5%, isto até chegarem à letra “S”, passando direto a aposentadoria.

O projeto de lei do “Plano Cargo, Carreira e Salario” foi uma iniciativa do prefeito Randosn Almeida atendendo as reivindicações do SINTEAC, com o apoio de todos os vereadores, ganhando forças na gestão de Maria Rosineide Bezerra, na Secretaria Municipal de Educação, uma ex-sindicalista, que em apenas 15 dias de gestão está fazendo a diferença.
Os vereadores fizeram uma seção extra e gratuita para aprovarem a alteração no Quadro II, do Anexo I, da Lei 02/2005 (Plano de Cargos, Carreira e Salarios).

Já o prefeito Randson Almeida (PMDB), não mediu esforços para proporcionar o que seria de direito dos professores. De forma inteligente, sem que posteriormente acarretassem problemas referentes à folha de pagamento dos servidores em educação, estudou a proposta com o setor financeiro da prefeitura e junto ao setor jurídico criou o Projeto Plano Cargo, Carreira e Salário que enviou através do seu gabinete para Câmara Municipal de Vereadores no dia 28 de Junho de 2011.

- Sou um prefeito que sempre valorizei a educação, que junto da nossa secretária de educação Rosineide Bezerra, setor financeiro, do setor jurídico da prefeitura e com a aprovação dos nossos vereadores, tudo se tornou possível”, disse o prefeito.

Randson se disse orgulhoso em saber que o pequeno município acriano, um dos mais distantes das grandes metrópoles nacionais e que tem o prefeito mais jovem da região Norte, paga para os servidores em educação o maior piso salarial a nível nacional.

Fonte: AC24Horas

Meu comentário: Dá-me até orgulho saber que esse prefeito é do ACRE. Gostaria que o nosso governo pudesse se espelhar em Randson Almeida, que todos os gestores do Acre pudessem tomar como exemplo e que possam tomar vergonha na cara e valorizar mais a educação.

É bastante popular o ditado segundo o qual é melhor prevenir do que remediar. Medidas preventivas podem, devem e são, efetivamente, empregadas em saúde e segurança; mas, de modo geral, as práticas de governo nessas áreas são de tratamento sintomático. O mesmo não pode ser dito da educação. Todo investimento em educação é essencialmente preventivo. Mesmo correndo o risco de parecer simplista, acredito que, ao aplicar recursos em educação, o Estado previne-se contra mazelas sociais como criminalidade, corrupção, mortalidade infantil, doenças, epidemias e desemprego. Também incentiva distribuição de renda, crescimento econômico, participação política e social, ética nas relações sociais, etc. Não há cidadãos em condições plenas de contribuir com o desenvolvimento econômico e social do País sem que tenham sido beneficiados com uma educação de qualidade.  

Ela é a chave de tudo... Então começemos por nossos Professores incentivando à qualificação e tendo salários dignos...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Brasil é um país que brinca com a educação...




...Não é, definitivamente, um país sério. Prova disso é esse logro que faz o Ministério da Educação contra os estudantes, quando utiliza o Programa Nacional do Livro Didático para distribuir 485 livros ensinando os alunos a falarem de forma errada a língua portuguesa. Este livro, “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver, aprender”, faz a defesa do uso da língua popular, embora ela contenha muitas incorreções. Seus autores argumentam que o conceito de se falar certo ou errado deve ser alterado para adequado ou inadequado. Eles desprezam a gramática e o padrão culto, erudito da Língua Portuguesa. Em trechos da obra, há afirmações escandalosas, por exemplo, na pergunta: "Posso falar “os livro?”Resposta: “Claro que pode”. Outras frases citadas e consideradas válidas são "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe". Heloisa Ramos, uma das autoras do livro, entrevistada pelo Jornal Nacional, afirmou que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionários. E se aprende falando “Nós pega o peixe”?!

Absurdo uma professora universitária induzir alguém a acreditar que o ensino do vernáculo ficará melhor ao se desprezar o uso da gramática e dos bons dicionários. Que ela acredite nisso é menos mal, agora que o Ministério da Educação abrace essa absurda ideia, aí a coisa se complica. Que Ministério é esse, afinal? Quando o culto a língua vernácula deixar de ser prioridade num país, melhor será fechar as escolas. Afinal, a escola não serve mais para o culto do saber institucionalizado, a preservação e o respeito à literatura, aos bons escritores. Então, a linguagem não é mais requisito para a ascensão social dos cidadãos?

Logicamente, censurá-los seria estupidez, discriminação, preconceito. Da mesma forma ninguém tem o direito de ensiná-los a dizer “Nós pega o peixe”, “Nós vai”, utilizando um livro que custou um dinheirão para contrariar todos os princípios e regras da gramática portuguesa. É preciso ter respeito pelo povo brasileiro.
Com todo respeito e sem sentimento de superioridade ou arrogância, "Nós pega o peixe" não dá para aceitar. Se a educação já é o problema número 1 do Brasil, em relação ao futuro, se os responsáveis por ela começarem a ensinar a escrever e falar errado, onde vamos parar? Esse livro deve ser recolhido e queimado. O ministro, que fez a distribuição, deve ser punido, severamente, pela Lei. Afinal, faz mal uso do dinheiro da nação.

Percebe-se, nesse episódio, mais uma vez, que povo sem cultura ou cultura muito “flexível” é tudo o que quer a classe política instalada há décadas no Brasil. Essa é a arma que eles utilizam para manter os cabrestos e feudos políticos. Talvez por isso queiram enfiar em nossas cabeças que "nóis pega peixe". Só não podem esquecer é que "nóis também vota!"

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O lema hoje é ‘aprenda inglês e prospere, ou ignore e padeça’ – Steven Fischer.



  Parece quase uma obrigação para o profissional que quer prosperar e ter sucesso. A língua inglesa de uns anos pra cá se tornou ferramenta importante para quem buscar um bom emprego. Num mundo globalizado, como o nosso, a tendência é só aumentar essa demanda pela língua extra no curriculum, poderia ir além, daqui uns tempos o mínimo será Inglês e Espanhol. Nossa realidade nos mostra isso e as coisas estão avançando rapidamente, mais até do que foi especulado algumas décadas atrás.

O que fazer? 

Os cursinhos de inglês te darão um conhecimento básico em longo prazo, mesmo o domínio completo é difícil. Digo por experiência própria, passei 05 anos estudando e ainda não falo fluentemente. É preciso muito esforço e, principalmente, oportunidade de treinar, fazer um intercâmbio, ter amigos que também falam, pois tudo fica mais fácil com a prática. É praticando que você aprimorará qualquer língua estrangeira que se proponha a aprender.
Vale destacar que esta especialização ainda é opcional, no entanto, para os jovens principalmente, isto se tornará um requisito fundamental num futuro próximo, e não é tarde para começar a aprender, com dicionário na mão, filmes legendados, leitura de sites estrangeiros, prática com amigos e etc...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Líder do governo reconhece fracasso da educação no Acre ao protestar contra o Enem.


Falta de respeito com acrianos

Os avanços da educação no Estado do Acre, que são mostrados a exaustão nas peças publicitárias das administrações petistas, como uma das grandes conquistas das dos últimos três governos da FPA, foram totalmente descredenciados pelo deputado Moisés Diniz (PC do B), ao destacar que a adoção do Enem como forma de ingressar na Universidade Federal do Acre (Ufac), vai prejudicar os acreanos, que de acordo com ele, concorrem de forma desigual com os estudantes dos demais estados.

Segundo Moisés Diniz, o Conselho Universitário da Ufac, mais uma vez, falta com respeito com os acreanos ao adotar o Enem como forma de aprovação para os estudantes freqüentarem os cursos da instituição de ensino. As afirmações do deputado governista vão de encontro às informações do governo, que mostram evolução a qualidade de ensino nas escolas públicas do Acre.
E ontem, como de costume, ao final do pronunciamento do deputado comunista, mais uma audiência pública foi proposta para discutir o problema, com as presenças do Conselho Universitário da Ufac, reitora Olinda Batista, deputados estaduais e bancada federal do Acre.

Meu comentário: Existiram dois seminários promovidos pelo Fórum dos Cursos de Graduação da UFAC, onde a Secretaria de Educação manifestou-se de maneira positiva à adesão do ENEM como sistema único de ingresso à UFAC. No segundo seminário, apesar de não estar presente, foi enviado um documento pela SEE reiterando esse desejo. Creio que agora a briga se tornou política, não seria interessante ficar contra a manifestação de uma enxurrada de jovens que já são francos eleitores e que não conhecem a realidade do nosso estado, sem contar que são fáceis de manipular. 

O fato é que o nosso ensino público continua precário, a média de aprovação é 5 pontos e isso vai contra o que o Deputado Eduardo Farias falou em sua entrevista abaixo. Nas outras escolas públicas do Brasil, o ensino tem média mínima de 7. Claro que para aumentar nosso índice de concludentes do Ensino Médio, esta ação “oculta” revela ao Brasil uma realidade bem diferente do que realmente é.

É incrível como o governo se contradiz.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

FORA, HADDAD! Alunos do Acre, governado pelo PT, estavam sendo obrigado a assistir filmes do “kit gay” vetado por Dilma


  Você já gritou hoje “FORA, HADDAD!”? Ainda não? Então tem agora mais um motivo para fazê-lo. Atenção! O tal “kit gay” já tinha sido distribuído a escolas de Rio Branco, capital do Acre — governado por Tião Viana, do PT — e, consta, de Recife, o que não consegui confirmar.
Isso significa que, para não variar, Fernando Haddad, ministro da Educação — aquele que acha mais evoluído matar pessoas depois de ler livros do que matá-las sem os ter lido —, deixou de dizer a verdade ao afirmar que o material não tinha sido ainda aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador Tião Viana permita que os estudantes do Acre tenham acesso a uma material considerado inadequado por diversos especialistas e que foi vetado pela própria presidente da República. Pior: os alunos estavam sendo obrigatoriamente submetidos às sessões, o que, na prática, até um secretário de estado admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que informa agazeta.net, do Acre:
*
Governo suspende distribuição do Kit Gay em Rio Branco
O secretário [Henrique Corinto, de Justiça e Direitos Humanos]  foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado para explicar denúncias de que estudantes da rede estadual de ensino estavam sendo obrigados a assistir aos vídeos distribuídos pelo MEC na luta contra a homofobia. Os deputados fizeram questão de assistir os vídeos na presença do secretário.
“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos que, na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistir aos vídeos. Muitos estudantes reclamaram que nem sequer puderam sair da sala, que foi trancada. O próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos”, explicou o deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram do filme que trata da paixão de um adolescente do sexo masculino por outro do mesmo sexo, ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife. “Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Wildson, presente à reunião, informou ao secretário que, se o governo insistisse na divulgação do material, a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas, por que é obrigado falar de homossexualismo?  Não vejo bom senso nessa medida, e vamos reagir contra. Não podemos ser punidos por defender a família, o que não significa que sejamos contra os homossexuais. Somos contra a indução, a apologia à prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de aproximadamente duas horas, o secretário de Direitos Humanos declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital. “O assunto é polêmico e deve ser mais bem esclarecido. Não queremos alimentar polêmica; por isso decidi suspender a partir de hoje”, disse Henrique Corinto.

A propósito: Marina Silva, que é “governo” no Acre, vai se calar?

Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Resposta do Secretário Estadual de Educação: http://danielzendoacre.blogspot.com/2011/06/polemica-sobre-o-kit-anti-homofobia-no.html

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Gostar de Ler é uma virtude.


Hoje em dia pouco se vê alunos com livros debaixo do braço, ou livrarias lotadas, bibliotecas lotadas, ler já não é considerado mais tão importante. Quem estuda para concursos, geralmente, opta por apostilas resumidas e deficientes no quesito conteúdo completo e melhor assimilação. Para os alunos de graduação que tem como base principal a leitura é ainda pior, nos ramos da História, Jornalismo, Letras Vernáculas e Direito principalmente, não se vê mais aquela paixão pela leitura como eram os estudantes destas e outras áreas no passado.

Não sendo tão específico, a quantidade daqueles que gostam de ler e que não leem por obrigação está, a cada dia, diminuindo mais, concomitantemente, a quantidade de intelectuais no país tende a diminuir. Poucos leem por prazer e isso é uma dura realidade.

Logicamente que não pretende ser demagogo a ponto de dizer que gosto de ler e que leio por prazer, pelo contrário, devo criar esse hábito e mais, devo criar essa virtude; que é gostar de ler. Para isso tenho algumas pessoas a quem me inspiro. Especificamente a minha noiva, minha grande inspiração e que é uma das poucas que tem a leitura como uma grande diversão, uma das poucas que conheço que realmente gosta de ler e fica empolgada quando vai numa livraria e vê tantos livros que ainda não pôde ter contato. Ela não trata a leitura como obrigatória, tanto que no seu acervo de mais de 100 livros, os temas são dos mais variados, mas sempre bastante interessantes. Ainda preciso aprender a gostar de ler e espero que eu possa absorver essa virtude dela.


Estudar o direito é, antes de tudo, ler; como se ambos fossem sinônimos. De uns tempos pra cá também vi a minha irmã com essa tendência, preferindo um bom livro a outras coisas fúteis. Sinto-me ficando para trás, no meio de uma porcentagem ruim, onde a preguiça impera, onde o caminho mais fácil e prático sempre é o escolhido, onde o Vade Mecum é sempre a primeira opção. Mas eu não quero isso, quero aprender a gostar, a não ler por obrigação, e quando isso acontecer sei que colherei bons frutos.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Kit-Gay?

Não desmerecendo essa campanha, mas o tanto que foi gasto em cima disso é um absurdo. O Ministério da Educação devia ter como prioridade o ensino de qualidade, a capacitação dos professores, a melhor infra-estrutura nas escolas, melhores oportunidades aos alunos, melhores salários aos educadores, pois são eles que fazem parte da formação deste país, eles sim deviam receber as devidas orientações para passar em sala de aula uma educação de qualidade, que elimine os preconceitos, que crie o senso crítico daqueles que ainda estão sem personalidade formada. Dependemos dos professores, não adianta espalhar kits para alunos que ainda não tem uma compreensão exata das coisas e, diga-se de passagem, altamente influenciáveis, esta tarefa cabe aos professores, pois eles saberão a melhor maneira de ensinar, de formar. Ao MEC cabe a função de investir pesado na educação, em formar mais intelectuais, pois essa é a solução de todos os nossos problemas.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Colegiado aprova Enem no lugar do Vestibular na UFAC.


Hoje, 26 de maio de 2011, quinta feira, foi aprovado a adesão total do ENEM no lugar do vestibular na UFAC. Quem quiser ingressar na UFAC terá que fazer a prova do ENEM.


O que isso significa para os Vestibulandos?

É notável que a prova do ENEM é bem mais elaborada que as provas do Vestibular/UFAC, o que, aparentemente, surge como mais uma dificuldade para os alunos Acreanos – claramente prejudicados pelo fraco ensino médio que se tem por aqui. Existe uma extensa seleção de questões, são mais de 5 mil questões que serão selecionadas por nível de complexidade, elaboradas, geralmente, por doutores e pós-doutores, o sistema enxuga com perguntas de diferentes níveis de complexidade. Mas tudo num nível muito alto. Isso fica claro com os enormes enunciados e as várias pegadinhas que se percebe no certame.


Vale lembrar que esse exame não estará incluso no sistema do Sisu, ou seja, a preferência de vagas ainda será dos acreanos – isso até podermos saber como funcionará o sistema da UFAC para ingresso –, o paulista, por exemplo, não poderá fazer o ENEM em São Paulo concorrendo a uma vaga para a UFAC. O que já não é uma grande tendência, uma vez que a única e esmagadora maioria de fora vêm pra cá concorrer ao curso de Medicina. Provavelmente o índice de Acrenos neste curso caia para menos de 1%, o que não é grande novidade.

Outro ponto negativo são os grandes escândalos envolvendo o ENEM todos os anos, já sendo alvo de cancelamento todos os anos - não muito diferente do que já vinha acontecendo na UFAC tendo o Ministério Público Federal como principal investigador de irregularidades. Mas vejam só: Isso é fruto de nós mesmos, que tanto reclamamos dos vestibulares da UFAC, agora as provas serão ainda mais difíceis, o sistema será ainda mais complicado e, por fim, o aluno terá que estudar muito mais para tentar adentrar nesta Instituição Pública Federal.

O ponto positivo vai exatamente para a administração da UFAC, evitando dores de cabeça rotineiras em época de certame. Agora não existirá mais reclamações ou problemas com identidades com data de validade. O grande problema será exatamente a prova em si e unicamente para os concorrentes.


Comunidade Externa vota contra a adesão ao ENEM.

A maioria esmagadora da comunidade – em enquete no site da UFAC – votou na permanência do vestibular e uso do ENEM apenas para vagas remanescentes, como já era adotado antigamente, só que dessa vez não teve jeito, diante de tantos problemas, que se sucedem a cada ano, o colegiado aprovou 26 a 21 por aderir totalmente ao ENEM e livrar-se de mais um “pepino”.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Aluna é Estuprada na UFAC!



Uma estudante do curso de enfermagem foi estuprada por volta das 18 horas desta quinta-feira (19) no campus da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco. A estudante, de 19 anos, esperava o namorado num ponto de ônibus quando um homem se aproximou num carro e apontou uma arma para a cabeça dela.

A acadêmica estava sozinha e foi obrigada a entrar no carro, sendo levada para o local conhecido como “Vai quem quer”, dentro do campus. No Parque Zoobotânico. Além de ter sido violentada sexualmente a vítima também foi espancada.

Não é de hoje que a UFAC se mostra ineficaz no quesito segurança. A começar pelos chamados vigilantes, senhores da quinta idade, que já passaram da época de se aposentarem a muito e continuam trabalhando por causa do auxílio permanência, ninguém pode obrigá-los a aposentar-se, diga-se de passagem. Esses “senhores” ficam, na maioria do tempo, na guarita tomando um cafezinho e vendo os carros passarem, não adianta, não existe segurança na UFAC.

Outro exemplo claro são os constantes assaltos aos caixas eletrônicos, eram quatro, depois três e agora restaram apenas dois.

Mas o que fazer a respeito? Fazer reclamação, gritar, fazer bagunça no prédio da Reitoria. Ok, é de direito dos estudantes reclamarem quando acontece algo do tipo. Apesar de que qualquer coisa é motivo para reclamação.

Mas que fique claro, à Reitora não há muito o que se fazer, é fato que essa administração atual dela não vem sendo das melhores, mas ela tenta, está instalando a tal das câmeras. Mas então por que não há concurso? Por que não enchemos a UFAC de vigilantes, pessoal novo, com pique para trabalhar?

Por que? É simples caros colegas.

Só pode trabalhar na UFAC através de concurso público, e tem MUITO tempo que não há concurso nem para motorista quiçá para vigilante. Vale lembrar que a remuneração é razoavelmente boa.

E de quem é a culpa? Não é da Reitora. A culpa é nossa que continuamos colocando no poder pessoas que só pensam no próprio umbigo. Pessoas que priorizam tudo menos a Educação e nisso está acoplado a segurança dos campis e escolas.

Como disse a Professora Amanda Gurgel, nunca a Educação nesse país foi prioridade... Nunca mesmo.

E dá-lhe Dilma que cancelou 98% dos concursos deste ano.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Depoimento da professora Amanda Gurgel


Quem dera todos os profissionais da Educação tivessem a mesma coragem da Professora Amanda Gurgel, o que acontece, na maioria das vezes, são aqueles comentários por debaixo dos panos, reclamações que nunca serão ouvidas ou levadas em consideração. Esse ímpeto é fruto de uma pequena parcela dos profissionais insatisfeitos, é necessário, realmente, de uma valorização dos professores pelo país, pois são eles que formam os futuros líderes, gestores, empresários, presidentes...

Fica aqui a minha pequena contribuição na divulgação deste depoimento, vale a pena assistir.

E que várias outras Amandas apareçam daqui pra frente.